Diário de um poeta #2

Confiança!!!

Ótima palavra para um garoto ainda novo e que acabou vivendo tanta coisa da qual se achava imune… Perdão, eu estou me adiantando, vamos à continuidade dessa narrativa, para que vocês vejam por seus próprios olhos, ou leiam por seus próprios olhos né..kkk

 

Quem sou eu? – parte 2

Minha vida…

Nasci em 1991, num hospital que nem existe mais, ficava perto da casa onde moro até hoje. Minha mãe, Amanda Sena Meu pai, Alberto Sena e pra terminar a escalação do time, duas irmãs mais velhas (pro meu azar, claro). Alice e Adriana eram os nomes delas. Meus pais foram bem criativos na escolha dos nomes, eu gosto de dizer que somos uma família satélite, tipo cidade satélite que já nasce planejada. Alice nasceu em 11 de janeiro de 1985, Adriana nasceu em 19 de Fevereiro de 1988 e eu nasci em 17 de Fevereiro de 1991, ou seja, de três em três anos quase exatos, todos com o nome iniciado pela letra A, da pra acreditar?

Eu era um bebe gordo, na verdade mais fofinho do que gordo, na minha opinião eu era muito bonito e sapeca (ressaltando novamente que é apenas a minha opinião, apenas a minha, entenderam? Até hoje o único que me acha bonito sou eu… nada mudou). Uma vez minha mãe me contou que quando eu era pequeno, tinha uns quatro anos pra ser exato, estávamos eu e ela na cozinha, e ela saiu por algum motivo que não sei qual é durante alguns segundos, e isso foi o suficiente pra eu ir até o fogão, abrir a porta do forno e iniciar uma escalada sabe-se lá Deus com qual objetivo, e como consequência derrubei ele em cima de mim. Além de histórias contadas, eu também tenho algumas memorias borradas das minhas inúmeras tentativas de fuga do berço, na maioria das vezes eu era pego em flagrante, e quando não era descoberto ia direto com a cara no chão.

Bom, pra te contar esta história, primeiro eu preciso esclarecer algumas coisas; daqui pra frente, a história será divida em três partes: 1ª- O poeta que se achava especial e melhor; 2ª- A vida nada normal de um garoto normal, e por fim 3ª- O renascimento do nosso velho amigo, e totalmente melhorado, poeta.

Tudo ok então? Antes queria fazer um pedido a vocês; eu preciso que vocês torçam por um final feliz, porque eu ainda não sei o final desta história, e também estou na torcida com vocês.

Vamos lá?

 

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